Recado ao STF: “Enquanto eu for presidente, não haverá aborto”

Enquanto todo mundo só fala em Covid-19, o STF tenta mais uma vez “descriminalizar” o aborto no Brasil.

Está agendado para amanhã, 24/04, o julgamento da “ADI 5581” que trata justamente da descriminalização do aborto para os casos de grávidas infectadas pelo  Zika Vírus.

Como se nota, o STF não esquece dessa agenda. A referida ADI 5581 foi protocolada em 2016 desde então foi retirada da pauta por duas vezes, por pressão dos grupos pró-vida, notadamente cristãos evangélicos e católicos.

Nesse ponto, vale destaque o posicionamento da CNBB que por meio de nota reitera que a vida é um dom que deve ser preservado.

“É tempo de cuidar”, a vida é dom e compromisso! A fé cristã nos
compromete, de modo inarredável, na defesa da vida, em todas as suas
etapas, desde a fecundação até seu fim natural. Este compromisso de fé é
também um compromisso cidadão, em respeito à Carta Magna que rege o
Estado e a Sociedade Brasileira, como no seu Art 5º, quando reza sobre a
inviolabilidade do direito à vida.

Nessa mesma linha, o presidente da República, Jair Bolsonaro, reagiu a ação no STF afirmando que enquanto ele for presidente, não haverá abordo.

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Por fim, é importante registrar que o aborto é crime com pena de até 10 anos, exceto, nos casos de estupro, bebês anencéfalos ou risco de morte para a gestante. Como vêem, são três as situações em que o aborto é permitido.

Honestamente, como cristão, discordo das três possibilidades uma vez que nota-se aí uma estratégia dos ativistas jurídicos de pouco a pouco irem introduzindo uma cultura da morte através de “oportunos” subterfúgios ligados à saúde. A isso, nossa resposta deve ser um sonoro não!

Parabéns, presidente!

Por Jakson Miranda

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