Reflexos e características do progressismo atual

Reflexos e características do progressismo atual

Por MTSOfan CC BY-NC-SA 2.0

Algumas das principais características  do progressismo atual podem tem seus reflexos na masculinização da mulher e na efeminização do homem

Como bem sabemos, um dos grandes objetivos e características do progressismo é subverter a ordem natural e promover uma degradante e maledicente inversão de valores na sociedade.

Consequentemente, a militância gradualmente contribui para deixar a sociedade saturada de pessoas irremediavelmente doentes, que enxergam o normal como sendo anormal e o anormal como sendo normal. Logo,  essas pessoas militam pela inversão de valores, julgando estarem contribuindo para “libertar” a sociedade de alguma coisa que elas consideram “opressiva”, mas que integra o conjunto de conceitos e elementos que constituem a ordem natural.

Há muito tempo que o progressismo tem como singular característica,  se empenhar radicalmente em subverter a sociedade humana através de sua nociva, perniciosa, maléfica e antinatural agenda política.

Assim, nos últimos anos essa agenda lamentavelmente logrou êxito no ocidente, alcançando um espaço cada vez maior e mais expansivo na sociedade, graças ao ativismo político de movimentos e partidos empenhados em difundir as degradantes, coléricas e nefastas pautas progressistas.

Para tanto, a seita progressista percebeu que consegue operar com certa facilidade. Causando confusão mental em pessoas suscetíveis à sua perniciosa doutrina ideológica, atendendo os desejos infantis de pessoas reprimidas e frustradas, que precisariam de tratamento psiquiátrico e acompanhamento para as suas patologias.

No entanto, a militância incentiva e estimula essas pessoas a viverem plenamente as suas fantasias psicóticas e delirantes, sem se importar com as consequências nefastas que isso pode acarretar sobre essas pessoas, que vão do suicídio à uma degradação contundente do tecido social.

Pelo fato do seu arcabouço ideológico estar invariavelmente arraigado a uma pertinaz e deplorável inversão de valores, é natural que o progressismo acabe destruindo tudo aquilo que toca, eis mais uma das características desta ideologia.

Por essa razão, o femininismo há muito tempo se empenha arduamente em privar a mulher dos seus atributos femininos, masculinizando-a, enquanto a ideologia de gênero frequentemente efeminiza o homem, abrindo as portas para que uma grande multiplicidade de fantasias, que não raro são distúrbios psiquiátricos não-diagnosticados e que acabem sendo aceitos como algo normal.

O movimento progressista é saturado de mulheres masculinizadas e homens afeminados; essas pessoas todas sofrem de distúrbios psiquiátricos, que ao invés de serem devidamente tratados, são amplamente estimulados pela militância doentia da esquerda política, que usa essas pessoas como massa de manobra em seus deploráveis e ambiciosos projetos de poder politico e hegemonia cultural.

O feminismo nunca existiu para lutar pelos direitos da mulher. Antes de tudo, busca promover a hostilidade generalizada entre homens e mulheres, e degradar a feminilidade das mulheres — subvertendo-a de forma agressiva e recorrente —, deixando-as cada vez mais parecidas com o gênero masculino. Assim, quando vemos uma mulher com aparência explicitamente masculina, não nos surpreendemos nenhum pouco quando ela se declara feminista.

A esquerda política “empodera” essas pessoas com o único objetivo de usá-las como capital político para alcançar o poder. Depois essas pessoas continuam sendo compradas e cooptadas através de subsídios para a parada gay ou de benefícios assistencialistas diversos.

A questão é que a esquerda política não tem moralidade ou escrúpulos. Ela não se importa nenhum pouco em explorar pessoas vulneráveis para conquistar poder e capital político A esquerda explora astutamente doenças e patologias psiquiátricas não-diagnosticadas de pessoas vulneráveis, estimulando-as a afundar na loucura da sua enfermidade mental, ao invés de incentivá-las a buscar tratamento adequado. Algo que é ostensivamente cruel e desumano, mesmo para os padrões brutais e sádicos da esquerda política.

Sempre se empenhando em distorcer ativamente a ordem natural, as depravações promovidas pela esquerda política frequentemente estimulam as pessoas a dar vazão às suas fantasias mais histéricas e desvairadas, mesmo que elas distorçam a realidade objetiva de forma excessiva e histriônica. De acordo com a ideologia de gênero, por exemplo, você pode ser o que você quiser; sua interpretação pessoal — totalmente subjetiva — de quem você é tem precedência fulminante sobre a realidade e os fatos concretos. E ninguém tem o direito de impedir você de interpretar a si próprio de acordo com as suas fantasias delirantes e irracionais.

Invariavelmente — para além da masculinização da mulher promovida pelo feminismo e pela efeminização do homem promovida pela seita progressista —, toda a subversão social capitaneada pela esquerda política acabou permitindo que um grande número de bestialidades acabassem sendo criadas; “gêneros” passaram a multiplicar-se de forma irrefreável, de acordo com os fetiches doentios da militância. Para essa gente, a realidade não tem importância alguma. O que importa são as fantasias histéricas de ativistas mentalmente desequilibrados, que precisariam urgentemente buscar auxílio psiquiátrico especializado.

Por exemplo, um designer que se identifica como Raio Gama usa uma fantasia de cachorro e se identifica como um transespécie.  Uma artista de recife, chamada Ana Giselle, se identifica como transälien. Ambos, no entanto, ao menos possuem, sanidade mental suficiente para recusar uma intervenção cirúrgica para mudar sua identidade corporal em definitivo. Centenas de outras pessoas do movimento progressista, no entanto, não apenas não tem sanidade mental para tomar decisões nesse sentido, como são estimuladas a realizar intervenções cirúrgicas, quando tomam a decisão de se submeter a esse tipo de procedimento.

Muitas dessas pessoas infelizmente cometem suicídio depois que percebem que não era isso o que queriam, e que as modificações estéticas que realizaram em seus corpos são irreversíveis.

Como o psiquiatra americano Lyle Rossiter corretamente declarou, o progressismo é um transtorno psiquiátrico. Não é sem razão ou motivo que seus adeptos em sua maioria são pessoas histéricas, beligerantes e irracionais, que sistematicamente rejeitam a realidade objetiva quando ela se mostra incompatível com a sua deplorável fantasia pessoal. O progressismo incentiva as pessoas a afundarem em seus transtornos mentais, ao invés de buscarem ajuda e tratamento adequado. É por isso que militantes de esquerda — além de estarem frequentemente apartados da realidade — comportam-se como criancinhas histéricas, coléricas e irracionais, que querem que a realidade tente se adequar à sua forma de ver o mundo, ao invés delas se adaptarem ao mundo em que vivem.

Portanto, são características do progressismo distorcer, desmantelar a realidade objetiva, subverter a ordem natural e corriqueiramente arruinar as vidas das pessoas que se deixam infectar por essa deplorável doença psicossocial nefasta e maledicente.

Faz não apenas mulheres se comportarem como homens, como deixa homens totalmente afeminados pensando ser aceitável comportarem-se como fêmeas “delicadas” e “empoderadas”. Essa grave distorção da ordem natural abriu as portas para outras aberrações como a ideologia de gênero, que por sua vez escancarou de forma pungente a normalização de comportamentos totalmente histéricos e bestiais, que exigiriam intervenção psiquiátrica urgente.

O progressismo não tem nenhum outro objetivo que não o de degradar completamente homens e mulheres, e destruir totalmente o gênero humano, deixando-o irremediavelmente doente, até que invariavelmente sucumba na degeneração sistemática de suas próprias perturbações mentais.

Por tais características, o progressismo precisa ser urgentemente erradicado, pois — além de aviltar a mais nobre criação de Deus, o homem — ele inexoravelmente abre as portas para todo o tipo de bestialidades deploráveis e degradantes.

Por: Wagner Hertzog

 

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