Renato Feder e a Fundação Lemann: sem chance!

De fato, se o nome de Decotelli já não agradava. Renato Feder agrada menos ainda

Secretário de Educação do Paraná Renato Feder fez parceria com a Fundação Lemann. 

Assim não é possível escolher Renato Feder para o MEC, uma vez que a Fundação Lemann é uma das principais organizações promotoras do globalismo e do progressismo. Ou seja, caso seja confirmado o nome de Feder para o MEC, Bolsonaro corre o risco de colocar a raposa no galinheiro.

Pior, corre o risco de perder apoio de sua base, a chamada “ala ideológica“. De fato, se o nome de Decotelli já não agradava. Renato Feder agrada menos ainda.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o secretário de Educação, Renato Feder, receberam nesta quarta-feira (5), no Palácio Iguaçu, representantes da Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos que mantém parcerias com diversos Estados para discutir a gestão da área. O intuito é estreitar a cooperação iniciada em janeiro para melhorar os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) já em 2020.

A questão é simples.

Ninguém nega que nossa Educação está dominada pela esquerda e todas as medidas tomadas por secretários e MEC em governos anteriores, de algum modo, privilegiam tal ideologia. Logo, não é possível livrar o MEC e todo o sistema de ensino colocando na pasta algum “técnico” ou alguém que tenha “diálogos” com a esquerda. Trata-se de uma guerra ideológica e cultural.

Por outro lado, qualquer nome que o presidente Bolsonaro indique que seja da “ala ideológica” terá seu trabalho boicotado, nas universidades e no Congresso. Foi o que fez Rodrigo Maia com Abraham Weintraub.

A solução

Como fica evidente, o presidente Jair Bolsonaro não tem muitas opções. Ficando entre a cruz e a espada. Nesse sentido, a escolha mais viável para o Ministério da Educação é o de alguém que, embora não seja da “ala ideológica”, se comprometa em manter na pasta os nomes deixados lá por Weintraub.

Em suma, Renato Feder poderia ser esse nome. No entanto, sua proximidade com a Fundação Lemann torna-o, de cara, uma pessoa em descompasso com as pautas que levaram Bolsonaro à presidência.

Por Jakson Miranda

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