Sérgio Camargo, o negro odiado pela esquerda

Sérgio Camargo, o negro odiado pela esquerda

Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, é odiado pela esquerda por não se curvar ao vitimismo

O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, é mais um das centenas de milhares de negros que não aceitam o vitimismo. Ou seja, não fazem aquilo que a esquerda prega quanto a questão racial.

Sim, meus amigos. Estamos em pleno século XXI discutindo cor de pele. Que o diga o movimento autoritário BLM. O Black Lives Matter é um movimento autoritário sim, que intimida e agride aqueles que não concordam com suas ideias.

Obviamente que no Brasil inexiste, por enquanto, um movimento tão expressivo quanto o BLM dos EUA. Mas isto, por aqui, é o de menos. Certas celebridades, com a anuência da imprensa tradicional, são livres para praticarem o “ódio do bem“.

Desde que assumiu a Fundação Palmares que o jornalista Sérgio Camargo tem sido o alvo preferido da turma praticante do “ódio do bem“.

Camargo é jornalista. Formou-se pela PUC-SP. Já trabalhou em diversos jornais da grande imprensa, como CBN, Rádio Eldorado e Agência Estado. Enfim, é bem sucedido. Além disso, Sérgio é filho do escritor Oswaldo de Camargo. Porém, bastou assumir pasta no governo de Jair Bolsonaro para ser alvo da patota.

Assim, ao excluir Marina Silva, Jean Wyllys e Preta Gil do rol de Personalidades Negras da Fundação Palmares, chamam Sérgio Camargo de insignificante e autoritário.

É necessário relevância e mérito

Por outro lado, ao justificar a exclusão de Marina Silva, Camargo descreveu as coisas como elas realmente são:

Marina Silva foi excluída da lista de personalidades negras da Fundação Cultural Palmares. Marina não tem contribuição relevante para a população negra do Brasil. Disputar eleições não é mérito. O ambientalismo dela vem sendo questionado e não é o foco das ações da instituição”.

E foi além,

Marina Silva autodeclara-se negra por conveniência política. Não é um caso isolado. Jean Willys, Talíria Petrone, David Miranda (branco) e Preta Gil também são pretos por conveniência. Posar de “vítima” e de “oprimido” rende dividendos eleitorais e, em alguns casos, financeiros“.

Alguma inverdade?

Por fim, Sérgio Camargo é “casca grossa“. Não irá se pautar pela turma do mimimi. Para estes, não há outra escolha a não ser odiar o presidente da Fundação Palmares, ao mesmo tempo que posam de vitimas.

Em síntese, fazem exatamente aquilo que sempre fizeram. Todavia, não terão patrocínio do governo.

Por Jakson Miranda

 

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