STF — Um nefasto e corrosivo poder paralelo

O STF — em suas lancinantes maquinações totalitárias — jamais se cansa de desafiar a sociedade brasileira

O STF — em suas lancinantes maquinações de poder — jamais se cansa de desafiar a sociedade brasileira

O STF em suas ininterruptas invectivas prepotentes e autoritárias, efetivamente consolida-se como uma instituição de estado detentora de um poder paralelo. Na verdade, podemos afirmar categoricamente que o Brasil se transformou em uma juristocracia de facto, onde quem realmente governa são os ditadores do judiciário.

Assumindo competências diversas do Legislativo e do Executivo, o Supremo Tribunal da Falácia parece resolutamente determinado a representar e proteger ativamente o crime organizado.

Além do ativismo judicial, o Supremo é incansável em sua sórdida obstinação de desmantelar os frágeis e escassos alicerces civilizacionais da nação, para se estabelecer definitivamente como um poder intocável e soberano da república, e pretensiosamente classifica como uma “ameaça à democracia” qualquer pessoa, movimento ou instituição que vá de encontro aos seus interesses.

Além de efetuar uma cruzada política determinada a destroçar, suplantar e erradicar plenamente a Operação Lava Jato, este deplorável e sórdido poder paralelo desafia a ordem, a moralidade e o bom senso político, no seu corrosivo e nefasto propósito absurdo de salvaguardar os maiores corruptos e criminosos da nação, servindo na prática como um refúgio permanente para os elementos mais nocivos da sociedade.

Como se isso fosse pouco, os ministros parecem estar amplamente determinados a impedir Jair Bolsonaro de governar a República, visto que buscam insistentemente anular todas as medidas necessárias e fundamentais que o presidente pretende implementar para que o Brasil conquiste prosperidade em áreas como economia e seja mais efetivo na segurança pública. Além do mais, vimos como o STF agiu discricionariamente, ao tirar os poderes de Bolsonaro durante a crise do coronavírus, para instituir a obrigatoriedade de determinadas medidas que deveriam ter sido facultativas desde o princípio.

Definitivamente, o STF parece estar determinado a se consolidar como um poder supremo e absoluto — que governa o Brasil sem quaisquer limites ou restrições —, assim como pretende também entregar o Brasil ao império do crime; os fatos indicam que o Supremo não hesitará um minuto sequer na execução desta tarefa.

A perseguição indiscriminada a ativistas e jornalistas bolsonaristas, que começou há alguns meses, acabaram por escancarar de vez as pretensões ditatoriais do STF, que atualmente está travando uma luta pela expansão discricionária do seu poder político, sob a falsa prerrogativa de que busca combater “ameaças” à democracia. Depois da ativista Sara Giromini e do jornalista Oswaldo Eustáquio, agora o STF mandou prender o deputado federal Daniel Silveira. O ministro Alexandre de Moraes despachou uma ordem de prisão contra o deputado, que foi executado pela Polícia Federal, que se deslocou até a sua residência para prendê-lo.

O STF abusa dos poderes constituídos e de suas competências legais diuturnamente, sem quaisquer temeridades. Na verdade, esses abusos se tornaram tão recorrentes que transformaram-se em hábitos corriqueiros. Ninguém mais se atreve a contestá-los. Os demais poderes se acostumaram com essa situação, assim como a sociedade brasileira, de uma forma geral. Alguns protestos ocasionais tem ocorrido, mas jamais são retumbantes o suficiente a ponto de conseguirem reverter minimamente esse deplorável quadro insalubre.

Os poderes do STF se expandem diariamente, ameaçando de forma contundente a liberdade dos cidadãos brasileiros e a integridade da sociedade como um todo.

Lamentavelmente, todos os poderes da república estão acovardados e jamais oferecem qualquer resistência às hostis e beligerantes ofensivas do Supremo. Os poucos indivíduos que decidem bater de frente contra o STF e questionar suas investidas ditatoriais e discricionárias — a exemplo do já mencionado deputado federal Daniel Silveira — acabam sendo perseguidos e detidos arbitrariamente. Portanto, a menos que haja uma relevante e agressiva insurreição popular, podemos ter certeza absoluta de que nada mudará. No congresso nacional, são poucos os que tiveram coragem suficiente para desafiar o soberano e onipotente STF, que aos poucos se insurge como o governante absoluto da nação.

O que o brasileiro é incapaz de perceber é que, gradualmente, nossa frágil democracia está se esfacelando e a pouca estabilidade da qual usufruímos há muito tempo se esvai como areia entre os dedos. Gradualmente, trilhamos o caminho para uma implacável ditadura judiciária, que — apesar de estar plenamente consolidada — permanece usurpando competências dos demais poderes, em uma busca irrefreável e ensandecida por controle absoluto.

Portanto, em virtude dos fatos apresentados — sempre favorecendo o crime, a corrupção, a leniência, o totalitarismo político e o ativismo judiciário —, sabemos perfeitamente que do STF podemos esperar tudo o que há de ruim, nefasto e prejudicial. Como disse o saudoso Rui Barbosa, “a pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”. Sábias e verdadeiras palavras.

Por Wagner Hertzog

 

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