Qual deve ser o destino de um terrorista? Na cadeia, em prisão perpétua.

Melhor, junto às virgens. Envio devidamente encomendado por um tiro ou por uma injeção letal.

Todavia, essa não parece ser a principal preocupação do ainda presidente americano Barack Obama, que desde sua primeira eleição, promete fechar a prisão de Guantánamo.

É claro que os presos para lá enviados, merecem o tratamento adequado e dispensado a qualquer ser humano sob suspeita ou condenado.

Porém, não é porque casos de tortura vieram à tona que a prisão deverá ser fechada. Será que toda prisão onde houver tortura deverá ser fechada ou os torturadores punidos?

Mesmo não tendo cumprido sua promessa de fechar a famosa prisão, o governo americano libertou alguns detentos. Foi um processo que contou com a ajuda de alguns países que aceitaram acolher um determinado numero de presos. No entanto, como as coisas se deram, tudo leva a crer que os libertos não eram meros suspeitos, que estavam no lugar errado, na hora errada. Eram, isto sim, indivíduos sobre os quais recaiam fortíssimos indícios de ligação o terrorismo.

Em 2015, o Uruguai, então governado pelo esquisito esquerdista Mujica, acolheu um grupo de ex-presos de Guantánamo. No grupo, encontrava-se Abdul Ourgi, que na avaliação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, seria o mais perigoso:

De todos os ex-prisioneiros no Uruguai, Ourgi seria o mais perigoso, na avaliação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ele é citado como um  “expert em explosivos”, que teria conhecido Osama Bin Laden e recebido, com antecedência, informações sobre seus planos para atacar as torres do World Trade Center. Ourgi sorri quando vê o documento: diz que perdeu um pedaço do polegar e tem cicatrizes no corpo, porque estava nas montanha afegãs, bombardeadas pelos norte-americanos, que queriam destruir o quartel-general do grupo terrorista Al Qaeda. “Mas o resto do que contam não é verdade”, garante. “A prova é que o próprio [ex-presidente do Uruguai] Jose Pepe Mujica contou que recebeu um documento do governo dos Estados Unidos, assegurando que nenhum dos ex-prisioneiros no Uruguai é terrorista ou representa ameaça”. 

Outro que fez parte do grupo acolhido pelo Uruguai é Jihad Diyab. Quem?

Ainda não sabe quem é? Bem, veja o cartaz abaixo:

Jihad

Suspeita-se que o nobre ex-prisioneiro esteja no Brasil. Com qual finalidade? Por que pode está utilizando passaporte falso? Jihad optou por não pedir autorização às autoridades, algo que qualquer um nas suas condições, faria. Por que esse comportamento?  Se ele era terrorista, por que então estava em liberdade?

Por conta dos jogos olímpicos, o Brasil corre forte ameaça de ataque terrorista. Com essa possível fuga, uma vez confirmada, seria muita ingenuidade acreditar que se trata de uma mera coincidência. Sim, dependendo do que ocorra em solo brasileiro, a conta deverá ir para aqueles que fazem coro pelo fim de Guantánamo.

Da nossa parte, reiteramos, somos adeptos das opções mencionadas no inicio do texto. Mas, não deixamos de torcer e orar para que os jogos olímpicos no Brasil, se não forem marcados pela excelência, que ao menos sejam marcados APENAS por nosso vergonhoso “jeitinho” com que nossa classe política organiza e se aproveita de grandes eventos.

Por Jakson Miranda 

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1 thought on “Terrorista sírio: De Guantánamo para o Brasil

  1. Sou obrigada a confessar que meu País se tornou um ponto mais que perigoso, onde em si plantando tudo dá frutos amargos e embotando nossos dentes!!!
    Mais cordonizes a vista!!!

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