Twitter bane Donald Trump: censura e perseguição

Twitter e todas as redes sociais que censuraram Donald Trump não pretendem silenciar apenas ele.

A imagem é licenciada sob by Gage Skidmore CC BY-SA 2.0

Censura e perseguição — A declaração de guerra do twitter e demais Big Techs contra Donald Trump ou, a direita política e a liberdade de expressão

Vivemos em tempos sombrios, sem dúvida nenhuma. Os acontecimentos mais recentes mostraram que os globalistas estão dispostos a tudo para dominar o mundo. Para isso, expulsar Trump da Casa Branca não foi suficiente. Seus inimigos desejam mesmo expurgá-lo, de todas as formas e maneiras possíveis. Assim, Donald Trump nem saiu da presidência, e os democratas e a elite progressista do Vale do Silício, estes representados pelo Facebook e Twitter, rapidamente se articularam para derrubar o presidente americano, atacando-o covardemente por todos os lados.

Desesperados para retomar o poder, as titânicas oligarquias monopolistas da tecnologia digital — as famosas Big Techs — rapidamente se uniram para expulsar Donald Trump de todas as plataformas e mídias sociais disponíveis, com o nítido objetivo de censurá-lo e silenciá-lo e o “start” foi dado pelo twitter que resolveu banir de forma arbitrária, o presidente mais poderoso do mundo.

Em síntese, elas querem se ver livres de Trump o mais rápido possível. Só assim elas poderão dominar todo o hemisfério ocidental, e consolidar suas criminosas ambições por poder e controle absolutos. Essas companhias, no entanto, não se contentaram em atacar apenas o presidente americano. Depois que todas elas o censuraram, logo em seguida as Big Techs começaram um grande expurgo a todos os seus apoiadores, em uma espécie de versão digital dos expurgos stalinistas.

Sendo plataformas primariamente progressistas, é evidente que as grandes empresas de tecnologia — como Facebook, Twitter e Google — não são favoráveis à liberdade de expressão. Elas querem o monopólio da narrativa política de volta e a plena restauração da hegemonia suprema da esquerda. Para atingir esse nefasto objetivo, no entanto, essas companhias sabem perfeitamente que precisam calar os dissidentes.

Não é novidade nenhuma para ninguém que o Facebook, a maior de todas as redes sociais, há muito tempo manifesta abertamente suas aspirações e preferências progressistas. Faz muitos anos que conteúdo conservador —ou de qualquer ideologia contrária a esquerda, como anarcocapitalismo, liberalismo clássico e tantas outras — é abertamente censurado, isso quando não é arbitrariamente eliminado da plataforma. De fato, temos provas e pleno conhecimento de que centenas de milhares de páginas e perfis foram sumariamente deletados ao longo dos anos.

A justificativa apresentada pelo Facebook é sempre a mesma: violação dos padrões da comunidade. Tudo aquilo que é contrário ao socialismo totalitário da esquerda é apresentado como sendo “discurso de ódio” ou “Fake News“. Esses são os pretextos mais corriqueiros usados pela plataforma para censurar a direita política.

A esquerda, por outro lado, usufrui de todos os privilégios relacionados à liberdade de expressão, sem quaisquer limites ou restrições. A esquerda política pode pregar à vontade a morte de opositores ou fazer apologia de regimes totalitários, sem sofrer quaisquer punições ou medidas restritivas. O Facebook já mostrou em centenas de ocasiões que tem — sem dúvida nenhuma —, dois pesos e duas medidas para tudo, e está sempre favorecendo um dos lados do diagrama político, em detrimento do outro.

Consequentemente, podemos entender toda essa censura descarada como uma etapa mais aguerrida e inflexível da guerra cultural. A declaração de guerra das Big Techs ao presidente norte-americano acabou sendo, por extensão, uma declaração de guerra a todos os seus apoiadores.

Em outras palavras, o Facebook, o Twitter e todas as redes sociais que censuraram Donald Trump não pretendem silenciar apenas ele. Muito pelo contrário. Elas querem acabar de forma definitiva com a liberdade de expressão — tendo por objetivo silenciar sumariamente todas as vozes dissidentes —, fazendo assim com que a esquerda domine de forma soberana o cenário político, sem ter nenhuma corrente divergente para contestar ou competir contra ela. Para conquistar essa hegemonia, as Big Techs sabem perfeitamente que precisam censurar todos aqueles que oferecem resistência ao domínio progressista.

Enganam-se redondamente, no entanto, aqueles que acham que as Big Techs vão parar por aí. Agora que o grande expurgo começou, ele não vai mais terminar. Na verdade, as Big Techs se sentem tão onipotentes, que começaram seus ataques confrontando abertamente os indivíduos mais poderosos e influentes da política americana.

Se começaram o grande expurgo justamente por Donald Trump — o líder máximo da nação —, é porque os titânicos conglomerados digitais tem poder suficiente para garantir uma considerável vantagem estratégica na guerra declarada por eles. A censura foi deliberadamente elaborada como uma campanha contínua de longo prazo, deflagrada para gerar um contundente efeito dominó, em larga escala.

Portanto, ela não vai parar, até que a última peça tenha sido devidamente derrubada. Pouco tempo depois da censura a Donald Trump, por exemplo, o Facebook bloqueou a Ron Paul o acesso a sua própria página, que tem mais de um milhão e duzentos mil seguidores.

Para quem não sabe, Ron Paul é uma das grandes vozes libertárias da política americana, tendo sido integrante da Câmara dos Representantes do Texas em diversas ocasiões, tendo também concorrido à presidência dos Estados Unidos por trêz vezes, em 1988, 2008 e 2012. Ele percebeu que teve sua página bloqueada justamente quando ia publicar o link para um artigo de sua autoria, onde protestava com a veemência de um legítimo guerreiro da liberdade a infame e deplorável censura articulada pelas redes sociais contra o presidente Donald Trump.

Que surpresa não teve o bom velhinho de 85 anos, ao constatar que também ele fora bloqueado.

Infelizmente, o problema é muito pior do que pensamos. Com toda essa censura, a solução seria migrar para uma rede social alternativa, como o Parler, que conquistou considerável popularidade no ano passado, quando Donald Trump e seus apoiadores passaram a usá-la. Não obstante, o que as Big Techs fizeram para se manter como um onipotente e intocável oligopólio digital? Conseguiram usar de todo o seu imensurável poder e influência para tirar essa rede social alternativa do ar.

Em questão de algumas horas, outros integrantes do titânico oligopólio digital americano — como o Google, a Apple e a Amazon — se voltaram contra o Parler e decidiram suspender o aplicativo. Como o Parler não possui servidores próprios, ele acabou saindo do ar.

A grande mídia esquerdista, evidentemente, celebrou efusivamente a arbitrária campanha de banimento de Donald Trump do twitter e demais redes sociais. De igual modo, comemorou o fato de que o Parler — divulgado pela mídia convencional como uma rede social de “extrema-direita” — saiu do ar, por ter sido ativamente boicotado pelas grandes empresas de tecnologia.

Não obstante, é provável, que a indisponibilidade do Parler seja apenas temporária. Como fez a rede social Gab para não depender das gigantes da tecnologia, a Parler possivelmente irá instalar servidores próprios para normalizar a plataforma. Portanto, é possível que dentro de alguns dias, a rede social Parler volte a funcionar normalmente.

A Parler retaliou o ato de sabotagem executado contra ela abrindo um processo contra a Amazon, por interromper os serviços de hospedagem. Representantes da Amazon afirmaram que decidiram encerrar os serviços prestados porque a rede social não estava fazendo um bom trabalho censurando discursos de ódio e incitação a violência.

Logo, como se vê, essas são as desculpas genéricas mais usadas pelo ativismo político progressista. A Parler é uma rede social como outra qualquer, com o benefício adicional de que respeita muito mais a liberdade de expressão dos seus usuários.

Infelizmente, estamos vivendo tempos críticos, onde a liberdade de expressão está sofrendo ataques fulminantes incessantemente. Com a hegemonia da ditadura politicamente correta que procede das Big Techs, a padronização de um discurso oficial depurado e aprovado pelo establishment entra em colisão direta com a liberdade de expressão. O que indica que ingressamos em uma etapa mais orgânica e agressiva da guerra cultural.

Enfim, é fundamental entender que toda essa deplorável censura injustificável contra líderes políticos distintos dos Estados Unidos — e que começou justamente pelo líder máximo do executivo, Donald Trump — teve início antes mesmo de Joe Biden ter sido empossado como presidente. Ou seja, a esquerda nem assumiu ainda o comando do governo federal, e a situação para a oposição já começou a ficar dramática.

Infelizmente, diante desse cenário deplorável, fica cada vez mais difícil encarar o futuro com otimismo. Os democratas nem assumiram de fato o controle do governo, e a liberdade de expressão já sofreu sérios desgastes, por meio de coordenados e drásticos ataques contundentes, desferidos contra todos aqueles que são contrários à doutrina socialista.

Portanto, se logo de cara os americanos se viram obrigados a enfrentar uma deplorável e indiscriminada censura — e isso que a liberdade e a luta contra a tirania são pilares fundamentais da sociedade americana — sendo que ela foi desferida primeiramente no líder político máximo do país, e logo depois em milhares dos seus apoiadores, o que a população terá de suportar mais adiante?

O prognóstico parece ser o mais deplorável possível. Normalmente, uma surpresa ruim sempre é acompanhada de outra, pior ainda. Para completar a tragédia, tudo indica que os democratas — agora que colocaram as asas de fora — não irão descansar até que sua ditadura não tenha sido plenamente instaurada. Ontem, representantes do partido protocolaram o pedido de impeachment de Donald Trump. Evidentemente, eles pretendem arruinar completamente sua carreira política, impedindo-o de concorrer em futuras eleições.

É evidente que os democratas não querem competição alguma em sua busca ensandecida pelo poder total e absoluto. Seus representantes tem a pretensão de reinar supremos e soberanos, como se fossem os legítimos proprietários dos Estados Unidos da América.

Para isso, eles precisam arruinar em definitivo os seus opositores, comprometendo completamente suas futuras oportunidades eleitorais. Para isso, nada melhor do que incitar uma campanha difamatória contra Donald Trump, acusando-o de atentar contra a democracia e estimular a invasão ao Capitólio. Os democratas vão buscar amparo legal com acusações forjadas para colocá-lo na ilegalidade.

Como resultado, o que resta aos americanos, no presente momento, é a incógnita do futuro; ou talvez a certeza absoluta de que tempos difíceis virão. Aos verdadeiros patriotas, só resta a possibilidade de lutar com determinação pelo seu país, antes que seja tarde demais.

Conclusão: que essa situação sirva também de lição para nós. Resistir e lutar é fundamental. Como a história muito bem nos ensinou inúmeras vezes, aonde a esquerda domina, a tirania prevalece e a liberdade desaparece.

Por: Wagner Hertzog

 

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