Vacinação não pode ser compulsória

Vacinação não pode ser compulsória

Possivelmente, em decorrência da histeria, a vacinação contra o covid-19 será compulsória em uma expressiva quantidade de países 

Mas, será que devemos aceitar que tal vacinação seja compulsória? O que realmente está em jogo? Leia nosso artigo e tire suas dúvidas.

Como muitas pessoas já sabem, o governo do estado de São Paulo, João Doría, defende a obrigatoriedade da vacinação contra o coronavírus para todos os cidadãos brasileiros. Evidentemente, a nação como um todo está fora da sua jurisdição, mas ele pode tentar implementar a vacinação compulsória para os habitantes do estado de São Paulo.

No entanto, com a aplicação do efeito dominó, é bem provável que os governadores de todos os demais estados da federação tentem arbitrariamente instituir a obrigatoriedade da vacinação para a imunização coletiva. Ou seja, teríamos vacinação compulsória em grande parte do país. Isso, no entanto — além de ser uma medida totalitária — é uma flagrante violação dos direitos individuais dos cidadãos da república.

A eficácia da vacina contra o coronavírus está sendo arduamente questionada. E não é para menos. Uma vacina que está sendo produzida às pressas — desconsiderando diversos protocolos científicos — e que não teve até o momento sua eficácia comprovada de forma irrefutável, acima de quaisquer suspeitas, irá suscitar grandes desconfianças da população, com toda a razão.

O corpo do indivíduo é sua propriedade e não propriedade do estado. Nossa constituição — excessivamente contaminada por filosofias mundanas e degradantes como o positivismo — desconsidera direitos individuais; isso, no entanto, não significa que os direitos individuais não existam ou que possam ser ignorados. Absolutamente nenhum indivíduo pode ser coagido a fazer algo que não queria fazer.

Todas as formas de imposição são arbitrárias, não importa se elas vem do estado ou da militância progressista. Além do mais, vacinação compulsória para toda a população é uma arbitrariedade que atenta contra toda a lógica e racionalidade. Afinal, se uma pessoa for imunizada, ela não irá contrair a doença, mesmo que todas as demais pessoas ao seu redor estejam infectadas. Quem confia na vacina e na sua eficácia, portanto, tem todo o direito de se vacinar, mas não tem o menor direito de impor a obrigatoriedade da vacina sobre outras pessoas. Quem se vacinar — se a vacina for realmente eficaz — ficará imunizado. Não é necessário impor a obrigatoriedade da vacina sobre todas as pessoas.

Outra coisa preocupante nesse cenário vem justamente da confiança cega, histérica e irracional de uma expressiva parcela da população — aquela que acreditou na narrativa oficial da fraudemia — em uma vacina que nem sequer foi devidamente testada, e cuja eficácia está longe de ter sido legitimamente comprovada, de forma irrefutável, pela ortodoxia científica.

A AstraZeneca, por exemplo — a companhia que fechou contratos com dezenas de países para a confecção das vacinas — recebeu imunidade de diversos governos no mundo inteiro com relação ao seu produto. Isso significa, portanto, que a empresa não sofrerá sanções, tampouco terá que responder judicialmente, caso as pessoas venham a sofrer com prospectivos efeitos colaterais. Infelizmente, esta informação é desconhecida do grande público, e as poucas pessoas que sabem disso nem sequer questionaram as intenções existentes por trás da concessão da imunidade. E o que é pior, com isso a companhia não possui qualquer incentivo para fazer uma vacina segura ou eficaz para os seus usuários.

Infelizmente, o pânico inoculado na população pela grande mídia produziu o efeito desejado. Muitas pessoas assimilaram o desespero e a histeria generalizada, sendo levadas a acreditar que uma vacina milagrosa poderá salvá-las, e depois que todos tomarem a sua dose da vacina, todas as coisas poderão voltar ao normal e ser exatamente como eram antes. Não apenas isso não irá acontecer, como mostra efetivamente para onde o establishment globalista pretende conduzir a sociedade humana — sua direção é o novo normal, que gradualmente conduzirá todos a Nova Ordem Mundial.

Como a maioria das pessoas ignora a complexidade da produção de vacinas, para o populacho não é implausível que uma vacina seja produzida em pouco tempo. Isso, no entanto, ignora os desafios e as ingerências da realidade prática, que — ao longo da história recente — atestam como pode ser longo e laborioso o processo da confecção de uma vacina. Quando uma vacina começa a ser produzida, são necessários anos para que elas sejam devidamente confeccionadas, analisadas, estudadas e devidamente testadas. Normalmente, os testes são executados primeiro em animais e depois em seres humanos.

Os testes devem ser longos, porque é necessário verificar possíveis reações alérgicas, além de possíveis efeitos colaterais de curto, médio e longo prazo. O processo, portanto, é demasiadamente extenso. Para citar apenas alguns exemplos, a vacina da caxumba levou quatro anos para ser desenvolvida. A vacina contra o sarampo levou aproximadamente dez anos. Vacinas para doenças como catapora e coqueluxe levaram bem mais de quatro décadas. A vacina do coronavírus, por outro lado, está sendo desenvolvida em um tempo recorde, como nunca ocorreu antes na história humana. E, ao contrário do que a grande mídia alardeia, não estamos falando de um vírus letal, em absoluto, mas de um vírus que mata menos de 1% dos infectados.

Outro ponto que as pessoas esqueceram de questionar é o seguinte — existe de fato real necessidade para uma vacina? Medicações contra o coronavírus, como a hidroxicloroquina, funcionaram muito bem em pacientes que contraíram a pestilência. Esse medicamento, no entanto, foi absurdamente demonizado desde o princípio. Por que razão? Por que motivo um medicamento eficaz foi tão sabotado por políticos, militantes, pela mídia, pela imprensa internacional e pelo establishment globalista? Ora, desde o princípio, a intenção nunca foi ajudar a população. Existem muito mais interesses escusos envolvidos nesse cenário do que as pessoas pensam. A pandemia de coronavírus foi deliberadamente causada para dar ao establishment globalista o pretexto para implantar ferramentas de controle social na população.

Infelizmente, as pessoas ainda não compreenderam que elas foram deliberadamente induzidas por governos políticos, pelas elites globalistas e pela mídia corporativista a incorporar um estado de pânico, histeria e medo generalizados. As informações reais sobre a pandemia não estão chegando até as pessoas, mas deveriam; sobretudo agora, quando informações que relatam que a pandemia de coronavírus foi deflagrada deliberadamente pelo governo chinês como uma espécie de arma biológica — com o objetivo de criar um cenário que lhes favorecesse política e economicamente —, estão começando a circular até mesmo pela mídia mainstream, ainda que de forma tímida e pouco resoluta.

Aparentemente, podemos afirmar seguramente que o pior já passou. Assim como podemos afirmar positivamente, ainda mais depois de vários meses, que medidas agressivas, arbitrárias e totalmente excessivas, como lockdown e quarentena — defendidas arduamente pelos seus apologistas como necessárias para proteger as pessoas e evitar novas infecções — foram ostensivamente catastróficas, e causaram muito mais fatalidades e destruição do que ajudaram a salvar vidas. E podemos especular também, que a vacinação compulsória possa causar severos danos.

Países como a Argentina estão agora sentindo os efeitos nefastos de um lockdown agudo e prolongado, que ameaça destroçar completamente o país. O PIB da Argentina já despencou em pouco mais de 19%, deixando o país totalmente à beira do colapso. Logo, será inevitável ver argentinos atravessando a fronteira — para se estabelecer aqui no Brasil —, com o objetivo de escapar da miséria e da pobreza extrema. Várias companhias já estão deixando a Argentina para se estabelecer no Brasil. Em breve, a Argentina será uma espécie de Venezuela 2.0.

A comunidade médica em peso há muito tempo denuncia todas as arbitrariedades, ingerências, abominações e inconsistências relacionadas à pandemia; não obstante, essas pessoas são deliberadamente censuradas pela grande mídia. Recentemente, um grupo de médicos da Bélgica redigiu e publicou um excelente manifesto, que começa da seguinte forma:

Apelamos aos políticos para que sejam informados de forma independente e crítica no processo de tomada de decisão e na implementação obrigatória de medidas em relação ao coronavírus. Pedimos um debate aberto, onde todos os especialistas sejam representados, sem qualquer forma de censura. Após o pânico inicial em torno da covid-19, os fatos objetivos agora mostram um quadro completamente diferente – não há mais justificativa médica para qualquer política de emergência.
A atual gestão de crises tornou-se totalmente desproporcional e causa mais danos do que benefícios.
Apelamos ao fim de todas as medidas e pedimos uma restauração imediata da nossa governança democrática normal, estruturas jurídicas e de todas as nossas liberdades civis.
‘A cura não deve ser pior que o problema’ é uma tese mais relevante do que nunca na situação atual. Notamos, no entanto, que os danos colaterais que agora estão sendo causados à população terão um impacto maior a curto e longo prazo em todas as camadas da população do que o número de pessoas agora sendo protegidas da coroa.”

Não há motivo concreto, coeso, factual, para tanto pânico; na verdade, nunca houve. Tudo foi deliberadamente criado e difundido pelo establishment globalista para atender seus escusos interesses políticos e econômicos. Está mais do que na hora de nos rebelarmos todos pontualmente contra a deplorável e tirânica ditadura do coronavírus, nem mesmo usando a máscara, que tornou-se um símbolo de submissão e da completa sujeição social da população à tirania globalista.

A pandemia teve objetivos políticos e econômicos desde o princípio. E todas as pessoas que estão em posição de poder — ou seja, a maioria dos políticos e dirigentes governamentais de todos os países do mundo — soube aproveitar-se arguciosamente da situação para conquistar vantagens, expandir o seu poder e beneficiar-se politicamente da crise. Medidas severas e draconianas foram implementadas contra a população desde o princípio da pandemia; políticos de praticamente todos os países aproveitaram a situação para expandir os poderes plenipotenciários do estado e assim soterrar os direitos individuais dos cidadãos, que foram sistematicamente suprimidos e violados através de medidas terrivelmente arbitrárias como a quarentena e o lockdown, tudo isso para garantir a supremacia do estado onipotente sobre as vontades, anseios e necessidades individuais das pessoas.

Infelizmente, quando a vacina finalmente estiver pronta — o que possivelmente acontecerá em breve —, a pressão de governos autoritários e da manada coletivista para que todos tomem a vacina com toda a certeza será enorme. Possivelmente, em decorrência da paranoia, do pânico e da histeria generalizada, a vacinação será compulsória em uma expressiva quantidade de países e territórios. Não obstante, você não precisa tomar a vacina se não quiser. Ninguém pode ou tem o direito de obrigar você a fazer o que você não quer. Nem o estado, nem a militância progressista. Você é o proprietário do seu corpo e tem todo o direito de tomar as suas próprias decisões. Qualquer violação ao seu corpo realizada contra a sua vontade é uma agressão, e sempre o será, não importam as definições ou distorções semânticas que o estado e a militância progressista tentem dar para isso.

Por Wagner Hertzog

 

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