Xi Jinping — O ditador Honoris Causa

Xi Jinping é o completo oposto do presidente militar brasileiro. Está no poder na China desde 2013

Sabemos que o Brasil é o país onde acontece de tudo. De tudo mesmo. Aqui, literalmente todas as aberrações são possíveis, especialmente nos meios acadêmicos e universitários, ostensivamente comandados e dirigidos pela esquerda. Mas o que Xi Jinping tem a ver com isso? É o que veremos…

No final do ano passado, no mês de outubro, o corpo docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concedeu o título de Doutor Honoris Causa ao ditador da China, Xi Jinping. Agora, diversos professores entre outros membros da entidade lutam para revogar esta péssima decisão, depois que ficou evidente que o surto de coronavírus que está se alastrando pelo mundo foi usado como uma criminosa arma biológica pelo Partido Comunista Chinês para ganhar vantagem na guerra comercial contra os Estados Unidos; o que, diga-se de passagem, é uma estratégia recorrente dos dirigentes do partido, que de tempos em tempos decidem disseminar doenças contagiosas entre a população a SARS em 2003 e a Gripe Suína em 2009 são exemplos práticos disso porque assim o governo tem uma excelente e incontestável prerrogativa para expandir seus poderes plenipotenciários de coerção sobre a sociedade.

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Em 2015, a UFRJ cassou o título de Doutor Honoris Causa que havia sido concedido em 1972 a Emílio Garrastazu Médici, presidente do Brasil de 1969 a 1974. A entidade não apenas mostra a falta de coerência em sua atitude como expõe de forma irrevogável que está completamente infectada pela ideologia de esquerda, ao conceder a um ditador socialista um título que foi concedido a um presidente brasileiro. Garrastazu Médici foi presidente do país de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974; portanto durante quatro anos e meio. Longe de ser um ditador, depois que serviu ao seu país, aposentou-se e deixou a vida pública em definitivo. Médici nunca fez absolutamente nada para se perpetuar no poder.

Xi Jinping é o completo oposto do presidente militar brasileiro. Está no poder na China desde 2013 portanto já faz sete anos e como se isso fosse pouco, há pouco tempo, ele eliminou da constituição a cláusula que limitava a presidência a dois mandatos, justamente porque deseja se perpetuar indefinidamente no poder. E ao contrário do nosso ex-presidente militar, cujo mandato garantia a liberdade de culto, Xi Jinping promove ativamente na China uma perseguição voraz e aviltante contra todas as religiões. Cristãos, budistas, muçulmanos, falon gong e integrantes de muitas outras religiões estão sendo sistematicamente perseguidos e presos, isso quando não são torturados e dizimados. Recentemente, o Partido Comunista Chinês reiterou o seu compromisso de implementar à força o ateísmo estatal institucionalizado, justamente para que o deus máximo de toda a sociedade chinesa se torne o Partido Comunista.

Muitos professores da UFRJ, no entanto, são pessoas corretas, íntegras e honestas, que não apenas condenam a concessão do título Doutor Honoris Causa a Xi Jinping, como buscam sua anulação, e reconhecem a incoerência de cassar o título de um presidente brasileiro, concedendo a honraria a um ditador socialista. Muitos que buscam a anulação do título concedido a Xi Jinping, no entanto, o fazem anonimamente, porque temem retaliações, já que a instituição como a maioria das universidades brasileiras é um antro de esquerdismo.

Como podemos constatar, coerência é o que vai continuar faltando enquanto as universidades e o meio acadêmico de forma geral continuarem sendo pérfidos covis ideológicos da esquerda política, que servem, não como salutares ambientes de formação e aprendizado, mas como degradantes e tóxicos antros de deformação moral e doutrinação política.

Wagner Hertzog

1 thought on “Xi Jinping — O ditador Honoris Causa

  1. As pessoas que elevam a China a categoria de grande país não sabem que a China é um dos países mais opressores do mundo a sua população na parte que interessa nas 12 grandes cidades é vigiada diuturnamente através da internet e câmeras espalhadas na cidade e várias outras técnicas inclusive fiscais de quarteirão que se reportam a polícia política os grupos que viajam do aeroporto para fazer visitas as fábricas que previamente avisadas e treinadas para receber este tipo de gente escondem o trabalho escravo ou a dois quarteirões da escravidão com que trabalha o Operário chinês não é nosso parâmetro Nunca será é um povo que foi espoliado e usado pelo inglês e que mudou agora para a grande nomenclatura chinesa exercendo esse papel. Enfim China não passa de uma prisão de segurança máxima em que só as pessoas que tem a perder e que são sócias do Estado nas fábricas nas empresas Vinhedos franceses e internacionais é que pode viajar

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